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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Mapas-Múndi diferentes

Como diria a Liberdade (amiga da Mafalda): "Quem disse que o norte tem que ficar em cima? Nós estamos no espaço, e no espaço não tem nem em cima nem embaixo!"
Como diria a querida proff de vcs: "O Norte é meu, eu coloco onde eu quiser!" kkkkkk
Aí vão algumas idéias de mapas Mundi diferentes do que estamos acostumados a ver


Mapa Mundi Japonês


Esse aqui eu achei mto legal...é dos alunos do colégio Pedro II, do Rio de Janeiro.
Eles fizeram um mapa do Brasil com o Sul pra cima
Chamaram de "BRASIL SULEADO"
Achei a idéia bem criativa...Não sei pq, mas acho que vocês vão adorar esse mapa com o Paraná em cima...
Esse e o link da postagem deles




quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Questões cabeludas de cartografia da UFPR

O vestibular 2011 da UFPR foi beeem exigente em cartografia

1. A figura a seguir ilustra duas representações da região Sul do Brasil em projeções cartográficas (Mercator e UTM – Universal Transversa de Mercator). Apesar do uso de uma mesma escala, é possível observar que elas apresentam tamanho diferenciado. Quanto a isso, é correto afirmar:
a) As Projeções de Mercator e Universal Transversa de Mercator apresentam o mesmo processo de
deformação, podendo-se atribuir as alterações no tamanho das representações a interesses políticos.
b) As duas representações estão corretas, devendo-se a deformação ao fato de que os estados da região Sul
apresentam menor relevância econômica no contexto nacional.
c) As projeções Universal Transversa de Mercator e de Mercator são diferentes e empregam distintos
processos de deformação, alterando o tamanho das representações.
d) A representação que utiliza a Projeção de Mercator está correta, uma vez que é oficialmente empregada no Brasil para a representação do território nacional, enquanto que aquela que utiliza a Projeção UTM é
inadequada, pois se aplica a representações em escala global.
e) Apesar de as escalas apresentarem valores idênticos, as figuras foram deformadas aleatoriamente, provocando as diferenças no tamanho.

RESPOSTA: C

2. Para a produção dos mapas de uma determinada localidade, optou-se por utilizar as escalas 1:2000 e 1:10000, a projeção UTM (Universal Transversa de Mercator) e o Datum SIRGAS 2000. Nesse sentido, considere as seguintes afirmativas:
1. Os mapas deverão ser feitos na escala 1:10000 e depois reduzidos para a escala 1:2000.
2. Os mapas produzidos na escala 1:2000 apresentam maior riqueza de detalhes que os produzidos na escala
1:10000.
3. Uma estrada desenhada no mapa de escala 1:10000 com 4 cm de extensão aparecerá representada no mapa com escala 1:2000 por uma linha com 20 cm de extensão.
4. Uma quadra com área de 10 m x 10 m (100 m2) desenhada no mapa de escala 1:10000 medirá 500 m2 no mapa de escala 1:2000.
Assinale a alternativa correta.
a) Somente a afirmativa 2 é verdadeira.
b) Somente as afirmativas 2 e 4 são verdadeiras.
c) Somente as afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras.
d) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras.
e) As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras.

RESPOSTA: D

Depois vou fazer um post (juro) explicando melhor as diferentes projeções...

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Maquetes Paraná

Essas são algumas das maquetes feitas pelo segundo ano...
A primeira mostra a localização dos Campi da UTFPR e a segunda as classes de altitude do estado
Trampo, né?

Q Orgulho!!!!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Perfis Topográficos

Que orgulho dos meus alunos!
Usando cartas 1: 50 000, fizeram perfis toográficos de vários locais no Paraná e também outros estados.
Esse aí embaixo é do pessoal do Segundo da Manhã: Maria Lúcia, Leidiane e Johnatan. Ficou bem legal e bem fácil de visualizar!

Esse perfil é o de Astorga, e o Matheus (o de sobrenome mais complicado) e a Polyana fizeram. Colocaram até legenda!


Esse perfil tooodo rosa é de Cianorte, feito pelo Cezar e pela Joslaine

Piazada (to aprendendo) antes q vcs briguem cmg, eu não coloquei mais perfis (muitos ficaram muito legais), porque alguns estão difíceis de ver.


quarta-feira, 28 de abril de 2010

Mapas alunos 2° Ano

Fiquei mto feliz com os trabalhos de "deformação de mapas". Em geral, os grupos foram muito criativos.
Aqui vão alguns exemplos dos trabalhos:


Esse mapa foi feito pela Fernanda e pela Jociane, da manhã e mostra índice de gravidez na adolescência.
Como dá pra observar, alguns países do mundo estão "dando a luz", conforme a proposta das meninas.
Haja Criatividade!




Esse mapa Beeeeem diferente foi feito pela Bianca e pelo Gabriel, do 2° ano da tarde, mostrando o acesso à Internet nos países da América Latina. Eles resolveram manter as formas dos países, mas mudaram a localização e o tamanho, para enfatizar a porcentagem da população com acesso. Ficou um mapa da América Latina bem diferente daquele que a gente é acostumado a ver.


O mapa abaixo, feito pelos alunos da manhã mostra os países que mais produziram filmes em 2006. Olha só a Índia e China no centro do mundo e a Nigéria (quem diria!) também produziu mais filmes que Hollywood


Galera, esses são só alguns exemplos, saíram muitas outras propostas super interessantes.


terça-feira, 27 de abril de 2010

Mapas Deformados

Oi galera

Resolvi criar esse espaço pra que vcs, meus queridos alunos consigam me encontrar e tirar dúvidas de uma forma fácil.
Também vou tentar deixar materiais interessantes pra ajudar nos estudos (já q todos são muito interessados) e evitar tirar xerox, que sai caro pra mim e pra vcs
Ah, também pra divulgar os trabalhos de vcs, de quem quiser, é claro
Bjo


Primeiro Post: Cartografia

Esse é um pedaço de um artigo muito legal que saiu na Ciência hoje e fala sobre anamorfismo em mapas, ou seja, deformar um mapa para representar algum fenômeno.


Mapa representando a estimativa da população mundial em 2025 (Relatório Mundial sobre desenvolvimento humano, 1990)

A cartografia pode mostrar outros aspectos do espaço geográfico além das distâncias medidas em metros e quilômetros. É o que propõe a geógrafa Fernanda Padovesi Fonseca. Em sua tese de doutorado, defendida em setembro na Universidade de São Paulo, ela questiona a cartografia tradicional euclidiana como a linguagem ideal para representar a geografia.

"Entre os pesquisadores dessa área, a cartografia está naturalizada como linguagem exclusiva da geografia, mas ela não consegue representar o espaço de modo adequado da forma como é feita hoje", explica Fonseca. "Nos mapas atuais, as distâncias são representadas de modo absoluto e as diferenças sociais são esquecidas. Um condomínio fechado pode estar ao lado de uma favela em um mapa que só verifique a distância em quilômetros, mas as distâncias sociais são enormes", exemplifica.

Nos mapas-múndi, os oceanos estão em posição de destaque e ocupam muito mais espaço, mas as pessoas vivem nos continentes", diz Fonseca. "Outra base além dos tradicionais metros – da cartografia euclidiana – poderia permitir que, nesse caso, os continentes fossem representados de outra forma que mostrasse a importância relativa de cada um."

Uma nova maneira de representar essas mudanças – ainda pouco explorada no Brasil – é o uso de outros elementos para a confecção dos mapas, como dimensão da população e medidas temporais. Esses procedimentos são conhecidos como anamorfoses.

Embora essa discussão mobilize muitos teóricos da geografia, não se sabe quando ela modificará os mapas usados no dia-a-dia. Segundo Fonseca, ainda há muita resistência a uma nova cartografia entre os próprios geógrafos, o que tem atrasado o desenvolvimento teórico e prático da disciplina. "Além disso, os mapas geométricos estão tão consagrados que a criação de novos mapas concebidos em outras bases terá imensas dificuldades para ganhar espaço e visibilidade", prevê.

Eliana Pegorim
Ciência Hoje On-line
08/11/04

Pra falar a verdade, sou mais os mapas dos alunos do segundo ano, que foram muito criativos e exploraram diversos temas.
Se eles deixarem, eu posto aqui pra todo mundo ver